Sobre recuperação, canudinhos e descoberta

🍯 #MelComPimenta 🌶

BOA NOTÍCIA: Banco de Sangue de Americana limita número de doadores por dia

“O Banco de Sangue do Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, em Americana, limitou o número de doadores a 15 por dia. O motivo é que o estoque de bolsas, que estava insuficiente no final de maio, foi recuperado. Como as doações têm validade de 35 dias, a coleta foi limitada para evitar desperdício”, informa O Liberal.

Comentando: Matéria excelente, uma vez que o estoque de sangue estava em nível preocupante. Temos que agradecer aos doadores, que souberam responder prontamente ao apelo que foi feito a eles. Parabéns!

PLÁSTICOS: Canudos viram vilão da vez para meio ambiente

O jornal revela que em Nova Odessa e Sumaré têm leis aprovadas nesse sentido, mas ainda sem regulamentação. Em Americana, nosso projeto (que visava obrigar restaurantes, bares, lanchonetes quiosques, food truck, ambulantes e similares autorizados pela prefeitura a usarem e fornecerem canudos de papel biodegradável e/ou reciclável individual e hermeticamente embalados com material semelhante), aprovado pela Câmara, teve veto do prefeito.

Comentando: A questão ambiental é decisiva para o presente, e ainda mais para o futuro da humanidade. Dos ambientalistas aos cientistas, passando também pelo Papa Francisco, muitos pensam assim, com exceção de pessoas como Donald Trump, Jair Bolsonaro. Na Região do Polo Têxtil (RPT), a exceção é somente um dos prefeitos. Parabéns pra gente, que fomos capazes de nos antecipar a todos. Embora nosso projeto tenha sido vetado, o tempo tem dado razão a ele.

CANALHICE: Remédio que poderia prevenir o Alzheimer é abandonado pela Pfizer

“O tempo todo se busca tratamentos eficazes para a doença de Alzheimer. São centenas de pesquisas, bilhões de dólares investidos e, até agora, muita frustração. E não é que uma equipe de pesquisadores da farmacêutica Pfizer descobriu que um de seus remédios poderia prevenir a doença, reduzindo seu risco em 64%. E o que a empresa fez? Nada. Para verificar esses efeitos do remédio, seria preciso fazer um teste clínico, que custaria 80 milhões de dólares. A Pfizer decidiu, então, interromper o estudo e sem divulgar os resultados preliminares. A descoberta foi feita por jornalistas do Washington Post, com base em documentos internos”, divulga a Carta Maior.

Comentando: O remédio em questão é o Enbrel, indicado para artrite reumatoide, que perdeu sua patente. Agora, a Pfizer compete com os genéricos e sua venda gera menos lucro. Isso, é claro, reduz os lucros e o incentivo para que se investiguem outros usos. Então, o que a Pfizer fez foi simplesmente abandonar os estudos que poderiam melhorar ou mesmo salvar a vida de milhões de pessoas pelo mundo. Isso é ou não é coisa de capitalistas canalhas?

Um bom dia para todos!

👨‍🏫 #VereadorProfPeSergio

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